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Porque cada vez é mais importante manter os computadores e
redes seguras, segue um link que eu considero importante, o
artigo é proveniente da revista Redes, trata sobre
as seguranças na rede (Dossier
Segurança).
MYDOOM
Novo vírus faz-se passar por
suporte da Microsoft
Guia para melhorar a segurança
da Internet
Microsoft Baseline
Security Analyzer
A nova versão do VBS/Horty já anda a
circular na Internet
Novo worm de e-mail -
W32/Musicalmightmare
Klez Continua a Atacar
Vírus 'Disfarçado' de Mensagem da
Microsoft
A Variante B do Badtrans
Manual de Protecção contra Virus
Podemos mesmo confiar nos downloads ?
Um buraco no Outlook e Outlook
Express
Patches
Novo vírus faz-se passar por
suporte da Microsoft
Esta segunda-feira (19/05/2003), os fornecedores de antivírus
alertam para uma nova praga, que chega por e-mail, disfarçada
como uma mensagem do suporte da Microsoft.
A ameaça conhecida como W32/Palyh ou W32.HLLW.Mankx@mm chega
através de um ficheiro executável anexado a mensagens
electrónicas com uma variedade de assuntos e textos. Todas as
mensagens que contém o vírus chegam com o mesmo remetente:
support@microsoft.com.
As linhas de assunto dos emails infectados incluem mensagens
como "Re: My application", "Your password" e "Approved (Ref:
38446-263)". Os ficheiros anexos infectados possuem a extensão
.PIF e utilizam nomes como "password.pif", "doc_details.pif" e
"ref-394755.pif".
O vírus pode infectar a máquina apenas se o utilizador clicar
sobre o ficheiro. Quando isso ocorre, o código do W32/Palyh
modifica o registo do Windows para que o programa do vírus seja
executado em qualquer lugar onde o Windows corra. A praga também
procura um computador infectado para se auto-replicar rumo a
outros endereços de e-mail através do ficheiro "hnks.ini" e
outros computadores que são acessíveis por directórios
partilhados via rede e se autocopia para estas máquinas.
Embora a praga mire máquinas que correm o Windows, os
utilizadores não precisam de ter os programas de correio
electrónico Outlook ou Outlook Express para que o vírus se
consiga espalhar.
Os principais fornecedores de antivírus alertam para que os
utilizadores actualizem os seus softwares a fim de detectar a
nova ameaça. Além disso, as empresas recomendam que os
utilizadores infectados entrem em contacto com os emails da sua
lista de endereços listados com o ficheiro "hnks.ini",
alertando-os sobre o perigo de infecção.
A McAfee já possui a correcção para o vírus no seguinte
endereço:
http://www.nai.com/naicommon/download/dats/find.asp
A nova versão do
VBS/Horty já anda a circular na Internet
VBS/HortyB
é o nome de um virus recentemente descoberto na Internet que
promete mostrar fotos da conhecida actriz Angelina Jolie. Quando
activado, esta praga poderá apagar o sistema do PC infectado.
O VBS/Horty.B chega num e-mail, em inglês, cujo subject é «Check
this!» No corpo da mensagem encontram-se as instruções que o
utilizador deverá seguir para poder visualizar as fotos da actriz,
que estão num ficheiro em anexo de nome: «Angelina-Jolie-megafuck.txt.vbs».
Quando executado, o vírus copia-se automaticamente para o
ficheiro Tarantino.txt.vbs e actua de forma idêntica à versão
VBS/Horty.A
A praga envia mensagens contaminadas a todos os nomes da lista de
endereços do Outlook, cria uma linha de comandos no Registo do
Windows para que seja carregada sempre que o sistema operativo for
inicializado.
À semelhança da versão A deste virus, o VBS/Horty possui uma acção
destrutiva associada a datas. No 13 de Maio, o vírus apaga todo o
conteúdo do directório do Windows, destruindo o sistema. Se a
data é 12 de Maio, o invasor exibe um aviso, em inglês: «Your
PC was hacked by Kagra [vírus ATZI 2.1]».
Novo worm de e-mail
– W32/Musicalnightmare
2002/04/23 10:59:11
É um
worm de 139264 bytes que se propaga por e-mail para todos os
contactos da lista de endereços. Foi desenhado para realizar acções
destrutivas nos computadores afectados. Ao ser executado, mostra
um série de mensagens no ecrã e tenta apagar ficheiros com
determinadas extensões.
Chega numa mensagem com as seguinte características:
Assunto: Mira esto, jajaja, te vas a reir!!
Corpo da mensagem: Jajajaja!!! Es la ostia!! Miralo!!
Ficheiro anexo: OperacionTriunfo.scr
O worm coloca um script de VBS residente na memória.
Quando a aplicação WSCRIPT é fechada, o worm mostra quatro
janelas de texto com as seguintes mensagens:
I-Worm Elisabeth by Zirkov
HECHO EN ADMIRACION A GIGABYTE
RECUERDOS A TODAS MIS COMPAÑERAS DE MERYLAND
CURSO 99-01
HECHO EN ESPAÑA – ABRIL2002
Este worm infecta por um meio denominado «de
companhia». Deste modo, o worm copia-se com o nome e extensão
do ficheiro que deseja infectar e altera a extensão original do
ficheiro para .EX_.
Com este método, quando se pretenda executar o
ficheiro original, será executado o worm. Posteriormente, o próprio
worm se encarregará de executar o ficheiro originial para não
levantar suspeitas.
Quando o worm é executado, cria os seguintes
ficheiros nos computadores afectados:
c:\system32 - Veronica la mejor!!.exe (139.264
Bytes)
a:\Polvazo.scr (139.264 Bytes)
c:\OperacionTriunfo.scr (139.264 Bytes)
c:\Command.com.vbs (510 Bytes)
c:\eurovision.vbs (1.623 Bytes)
c:\x.vbs (184 Bytes)
A função destes ficheiros é a seguinte:
- ficheiros com 139.2664 bytes – são cópias
do worm.
- c:\Command.com.vbs – é o script encarregue
de enviar o worm por e-mail.
- c:\x.vbs – encarregue de mostrar as 4
mensagens no ecrã.
- c:\eurovision.vbs – apaga os ficheiros
Regedit e regedb32, para além dos que tenham as seguintes extensões:
".ace", ".arj", "asf", "asm",
".avi", ".bmp", ".doc", ".gb",
".gba", ".gbc", ".gif",
".jpeg", "jpg", "js", ".lhz",
".log", ".mdb", ".mid",
".mod", ".mov", ".mp",
".mp2", ".mp3", ".mpeg",
".mpg", ".pdf", ".ppt", ".rar",
".rm", ".rtf", ".smc",
".txt", ".wav", ".wp", ".xls",
".zip".
Klez
Continua a Atacar
Segunda-feira, 22 de Abril de 2002
Depois
de ter sido responsável pela maior percentagem dos ataques de vírus
durante o mês de Março, o "worm" Klez voltou, na
semana que passou, a ser notícia. Aparecendo numa nova variante
cuja identificação não é unânime entre as diferentes empresas
de "software" antivírus, pode ser definida por qualquer
das letras G, H, I e K.
O
"worm" continua a tentar explorar a falha X-WAV do
Internet Explorer, que permite executar o ficheiro anexo de uma
mensagem de correio electrónico sem a abrir, bastando para tal pré-visualizá-la
na própria janela do programa de E-mail - existindo já há
muitos meses um "patch" da Microsoft para corrigir esta
falha.
O
Klez mantém a forma de distribuição através de mensagens com
assunto, texto e ficheiros anexos com nomes aleatórios, usando
para tal os endereços de correio electrónico do Windows, da base
de dados do ICQ ou ficheiros locais do computador infectado. No
entanto, esta última variante vem muitas vezes em mensagens que
se propõem distribuir um antídoto para o próprio Klez...
Um
exemplo é uma mensagem com o assunto "Worm Klez.E
immunity" e o texto:
"Klez.E is the
most common world-wide spreading worm. It's very dangerous by
corrupting your files.
Because of its very
smart stealth and anti-anti-virus technic, most common AV software
can't detect or clean it.
We developed this free
immunity tool to defeat the malicious virus.
You only need to run
this tool once,and then Klez will never come into your PC.
NOTE: Because this tool
acts as a fake Klez to fool the real worm,some AV monitor maybe
cry when you run it.
If so,Ignore the
warning,and select 'continue'.
If you have any
question,please mail to me [endereço do remetente]".
As
mensagens vêm com dois ficheiros anexos. O primeiro pode ter duas
extensões, sendo a segunda de entre as .pif, .bat, .exe e .scr. O
segundo ficheiro tem uma das seguintes extensões: .txt, .htm,.html,
.wab, .asp, .doc, .rtf, .xls, .jpg, .cpp, .c, .pas, .mpg, .mpeg, .bak,
.mp3, .mp8 e .pdf.
Quando
o "worm" é executado, cria uma cópia com o nome
WinkXXX.exe (em que XXX é um nome aleatório) na pasta System do
Windows, ao mesmo tempo que acrescenta um valor no Registry para
que este ficheiro seja executado no arranque do sistema. Também
cria um ficheiro executável na pasta Program Files com nome aleatório
e que contém um vírus, o Elkern, que substitui o conteúdo de
ficheiros executáveis, escolhidos aleatoriamente, tornando-os
inoperacionais.
Por último, o Klez tenta interromper os processos que estejam a ser
executados em memória, nomeadamente os programas antivírus.
Vírus 'Disfarçado'
de Mensagem da
Microsoft
Segunda-feira, 11 de Março de 2002
O
Gibe é um "worm" que chega através de uma mensagem
falsamente com origem na Microsoft. Trata-se de um inteligente
ataque do tipo "engenharia social", pois finge conter a
última versão das actualizações para o Internet Explorer e o
Outlook. A infecção é desencadeada ao correr o suposto
instalador da actualização. Este vem no ficheiro anexo com o
nome Q216309.exe.
A
mensagem apresenta o remetente "Microsoft Corporation
Security Center" e o assunto "Internet Security
Update". O texto é muito extenso, que, no essencial, reza
assim:
"Microsoft
Customer,
this is the latest
version of security update, the update which eliminates all known
security vulnerabilities affecting Internet Explorer and MS
Outlook/Express as well as six new vulnerabilities
(...)
How to install
Run attached file
q216309.exe
How to use
You don't need to do
anything after installing this item. (...)"
Como
a maioria dos "worms" aparecidos nos últimos tempos,
este utiliza o Microsoft Outlook e o seu servidor SMTP para se
propagar, enviando-se para os endereços existentes no Outlook e
em ficheiros .htm, .html, .asp e .php. Este vírus instala ainda
(o que também se está a tornar habitual) um "cavalo de Tróia",
que permite o acesso remoto ao computador infectado.
O
vírus cria uma série de ficheiros na pasta do Windows: o
Q216309.exe, que é o próprio "worm"; o Vtnmsccd.dll; o
BcTool.exe (a componente para fazer o envio das mensagens através
do Outlook e do SMTP); o GfxAcc.exe (o "cavalo de Tróia"
que abre a porta 12378); o 02_N803.dat (o ficheiro onde armazena
as informações sobre as mensagens enviadas) e o WinNetw.exe (a
componente que procura os endereços e escreve o ficheiro
anterior).
Ele
também cria duas entradas no Registry para ser executado no
arranque da máquina.
Um
vírus pseudo-romântico
O
MyLife é outro "worm" de distribuição em massa por
E-mail que se envia para os contactos existentes no Microsoft
Outlook. Ele tenta apagar ficheiros com as extensões .com, .sys,
.ini, .exe, .sys, .vxd, .exe ou .dll. A mensagem que espalha o vírus
apresenta o assunto "my life ohhhhhhhhhhhhh" e o
seguinte texto:
"Hiiiii
How are youuuuuuuu?
look to the digital picture it's my love
vvvery verrrry ffffunny
:-)
my life = my car
my car = my house"
O
ficheiro anexo da mensagem chama-se My Life.scr e, quando é
executado, faz abrir uma janela com o título "My Life"
e com uma imagem romântica de uma jovem a cheirar uma flor.
Ao
mesmo tempo, o "worm" copia-se a si próprio para a
pasta System do Windows e acrescenta um valor no Registry para que
seja executado quando o sistema se inicializa.
As
mensagens enviadas de um computador infectado para outros
computadores ficam na pasta das mensagens enviadas.
Klez
volta a atacar
A
variante E do "worm" Klez, descrito na edição de 21 de
Janeiro, viu nesta semana aumentar o número de ocorrências,
tendo levado as empresas de "software" antivírus a
dar-lhe a classificação de perigosidade média-alta.
Trata-se
de um "worm" de distribuição em massa por E-mail que
também tenta copiar-se para os discos partilhados na rede. Ele
utiliza mensagens de título e conteúdo aleatórios para se
propagar, o mesmo acontecendo com os nomes dos ficheiros anexos.
O
"worm" vírus substitui o conteúdo de determinado tipo
de ficheiros e cria cópias escondidas dos originais. Ao mesmo
tempo, activa o vírus W32.Elkern.3587, semelhante ao original
W32.ElKern.3326.
Ele
tenta ainda desactivar os programas antivírus e passar os
ficheiros infectados a zero bytes.
A Variante B do Badtrans
Segunda-feira,
3 de Dezembro de 2001
Desde
que, no passado dia 24 de Novembro, surgiu a variante B do vírus
Badtrans, originalmente detectado em Abril deste ano, que as ocorrências
têm aumentado todos os dias, levando as várias empresas de
"software" antivírus a classificá-lo como de alto
risco.
Na
realidade, trata-se de um "worm" que, à semelhança dos
recentemente aparecidos, se aproveita da falha das versões 5.01 e
5.5 Internet Explorer, da Microsoft, que permite executar um
ficheiro anexo pela simples pré-visualização de uma mensagem no
Outlook ou no Outlook Express.
Mais
uma vez se lembra os utilizadores que é fundamental, para quem
utilizar os programas atrás referidos, obter no "site"
da Microsoft as actualizações que permitem anular a referida
vulnerabilidade.
A
mensagem que espalha o vírus tem o assunto retirado
aleatoriamente de uma lista e pode conter o texto "Take a
look to the attachment". O ficheiro anexo que desencadeia a
infecção apresenta um nome composto de três partes, com duas
extensões, sendo cada parte retirada aleatoriamente de uma lista
existente.
A
lista da primeira parte do nome vai desde termos genéricos como
"fun", "humor", "card", "news_doc",
"images" e "pics" até expressões mais
sugestivas, como "me_nude" ou "new_Napster_site
README".
A
lista da segunda parte inclui as extensões .doc, .mp3 e .zip e a
da terceira as extensões .pif e .scr. Portanto, um nome possível
para o ficheiro é "fun.zip.scr". Aconselha-se pois a
que se apague qualquer mensagem que contenha um ficheiro anexo com
uma destas duas extensões.
A
dimensão do ficheiro anexo é referida como sendo de 13.312 e
29.020 bytes pela McAfee e pela Symantec, respectivamente.
Uso
das mensagens por ler
O
"worm" tem duas acções principais: primeiro, enviar-se
a si próprio por correio electrónico utilizando os endereços
existentes no computador infectado mas também como resposta às
mensagens ainda não abertas e lidas pelo utilizador. É, pois,
importante os utilizadores estarem atentos às respostas que
recebem de mensagens enviadas a pessoas conhecidas, pois elas
podem conter o vírus.
De
seguida, o "worm" instala um "cavalo de Tróia"
(o PSW.Hooker.24.H), que envia para o autor do vírus o endereço
IP da máquina infectada, de modo a este poder ligar-se a ela e
obter nomes de utilizador e "passwords", bem como, através
de um registo de teclas utilizadas, interceptar informações
vitais, como números e "passwords" de cartões de crédito.
Quando
a infecção é desencadeada, aparece uma mensagem de "Install
error" com o texto "File data corrupt: probably due to a
bad data transmission or bad disk access". De seguida, o vírus
é copiado para a pasta Windows como o ficheiro Inetd.exe ao mesmo
tempo que é criada uma entrada no Win.ini para que aquele
ficheiro seja executado quando o Windows arranca.
O
"cavalo de Tróia" é executado pelo ficheiro Kern32.exe
ou Kernel32.exe e o registo de teclas é feito através do
ficheiro Hksdll.dll ou Kdll.dll, ambos copiados para a pasta
Windows\System.
Segundo
parece, o vírus teve origem no Reino Unido e está a ter uma
grande expansão devido à falta de cuidado dos utilizadores com
as suas mensagens de E-mail tendo em conta a época festiva em que
estamos a entrar.
(Autoría
de José Doutil - Público)
Manual de Protecção contra Virus
Hoje em
dia, quase todos os computadores trazem uma ligação à Internet.
Torna-se, assim, cada vez mais necessário proteger o seu PC
contra vírus, uma vez que é por via modem que a maioria deles
entra nos sistemas. Existe uma vasta gama de produtos concebidos
para oferecer protecção e, provavelmente, o seu computador já
tem um deles. Se não tiver, o Command Anti Virus poderá ser uma
boa solução. Seja como for, os outros programas funcionam de
forma semelhante. Mesmo com um pacote de software antivírus
instalado, há algumas regras a cumprir e medidas de precaução
que deverão ser adoptadas. Compilámos uma colecção de dicas
para o ajudar a manter o seu sistema livre de vírus.
Existe uma vasta gama de produtos concebidos para oferecer
protecção e, provavelmente, o seu computador já tem um deles.
Se não tiver, o Command Anti Virus poderá ser uma boa solução.
Seja como for, os outros programas funcionam de forma semelhante.
Mesmo com um pacote de software antivírus
instalado, há algumas regras a cumprir e medidas de precaução
que deverão ser adoptadas. Compilámos uma colecção de dicas
para o ajudar a manter o seu sistema livre de vírus.
1
- O distraído de ontem
Um
pacote antivírus que não seja actualizado com regularidade não
é muito útil. Todos os dias são criados vírus novos e,
independentemente da sua opinião acerca das pessoas responsáveis
por todas estas linhas maléficas, terá de concordar que eles estão
a ficar cada vez mais espertos. Actualizar o Command é fácil.
Basta fazer clique no botão Update Deffiles e introduzir a sua
palavra-passe e o nome de utilizador quando lhos forem pedidos.
2
- O jogo das letras
O Command traz uma série de tarefas préagendadas. Uma
delas é a de pesquisar a unidade de CDs a que corresponde a
unidade D:\. Se a letra atribuída ao seu CD-ROM for diferente
desta, poderá ser alterada fazendo clique com o botão direito no
Task Name e seleccionando Propriedades. Tecle a letra correcta na
caixa Drives/Paths to Scan. Se não tiver a certeza da letra a
introduzir, clique no botão Browse para descobrir.
3
- Estarei protegido?
Está preocupado com o último vírus
de que ouviu falar num newsgroup? A maioria do software traz uma
lista de vírus conhecidos. No Command Anti Virus, faça clique no
botão Virus Info. Esta lista é actualizada de cada vez que
actualizar os ficheiros de definições do programa. Não se esqueça
que o Command Anti Virus combina bases de dados comparativas com técnicas
heurísticas, pelo que também conseguirá detectar vírus que não
se encontrem na base de dados.
4
- Infecte-se
Faz sentido testar o seu software
antivírus em vez de confiar cegamente nele. O EICAR (European
Institute for Computer Anti-Vírus Research) tem um ficheiro de
teste que não é um vírus mas comporta-se como tal, sendo assim
uma boa forma de confirmar que o seu software está a fazer o seu
trabalho. Descarregue o ficheiro de teste em
www.eicar.org/anti_virus_test_file.htm
e siga as instruções.
5
- «Automatic for the people»
Configure o seu software para que
pesquise automaticamente ficheiros danosos antes de os executar.
No Command Anti Virus isto poderá ser feito seleccionando
Preferences/Active Protection e colocando uma marcação ao lado
de Enable DVP (Dynamic Virus Protection).
6
- A pedido
A maioria dos pacotes de software
oferece uma forma rápida e fácil de pesquisar ficheiros
individuais antes de os executar. Com o Command Anti Virus, basta
fazer clique com o botão direito em qualquer ficheiro no
Explorador do Windows, ou no ambiente de trabalho, e irá ver uma
nova entrada a aparecer na lista para este efeito chamada Command
Anti Virus Scan.
7
- Falsificado!
Os falsos vírus, embora não sejam
infecciosos, podem causar problemas em serviços devido à
quantidade de e-mail que geram à medida que as pessoas fazem um
forward deles para toda a gente que conhecem. Os falsos vírus
brincam com os medos das pessoas, mas não se deverá deixar
enganar. Se receber um alerta de vírus por e-mail, confirme tudo
nas enciclopédias de falsos vírus que poderá encontrar na
maioria dos sites de pacotes de antivírus. Consulte os Online
Resources como bom ponto de partida.
Mesmo que a mensagem exacta ou título do
embuste não seja o mesmo, os falsos vírus seguem normalmente as
mesmas regras. Em breve irá poder identificar os padrões mais
frequentes, examinando os que por aí andam.
8 - Protecção do correio
Depois de ter actualizado o seu software com a última
definição, valerá a pena fazer uma confirmação de sistema
para ter a certeza de que nada de novo entrou no seu sistema que a
sessão anterior possa não ter visto. Neste caso, será melhor
fazer uma pesquisa completa que procure todos os ficheiros, o que
obviamente demorará algum tempo. Daí em diante, agende-o para
correr quando o computador não estiver a ser usado e faça com
que o software elabore um relatório ao invés de adoptar qualquer
outra medida mais drástica.
9
- Sempre ligado?
O software de pesquisa contra vírus
fica normalmente satisfeito em correr em segundo plano no seu
sistema, metendo o bedelho sempre que achar
que seja necessário. Contudo, existem alturas em que o deverá
desactivar. Uma das perguntas mais frequentes que recebemos é
acerca de correr ferramentas de sistema como o Scandisk ou o
Defrag. Frequentemente, a causa do problema é o software antivírus.
Desactive-o antes de correr qualquer um destes programas.
10
- Protecção no escritório
Assegure-se sempre de que as suas
aplicações do Office estão configuradas para perguntarem antes
de executarem macros. Os vírus de macro estão a aumentar (veja Gíria)
e nunca as deverá correr antes de estar absolutamente seguro de
quem lhe enviou o documento original e o que a macro faz.
11 - Word
Para lhe darmos um exemplo de como se poderá assegurar que
não corre uma macro com vírus, eis como fazê-lono Word. As outras aplicações do Office poderão ser
protegidas de forma idêntica. Para a versão do Office 2000 do
Word, poderá modificar as definições de segurança de macros
seleccionando Ferramentas/Macro/Segurança - para o Word 97
seleccione Ferramentas/Opções, clique na tabulação Geral e
coloque uma marcação ao lado de Protecção de Vírus de Macro.
12
- Um Outlook problemático
Os buracos de segurança no Outlook
e no Outlook Express estão bem documentados. De modo a manter o
seu cliente de e-mail invulnerável aos vírus, e para impedir a
execução automática de scripts maliciosos, certifique-se de que
obtém as últimas actualizações no site da Microsoft em
www.microsoft.com.
Leia sempre cuidadosamente o que a actualização faz antes de a
aplicar.
13
- Quem te avisa…
Esteja a par das últimas grandes
ameaças num dos sites referidos na nossa lista de Recursos
Online. As ameaças são normalmente avaliadas através da combinação
entre 1) até que ponto está o vírus espalhado e 2) quais os
estragos que poderá causar. Aqueles que deverá temer mais neste
momento são o Melissa, o KakWorm, o Happy99, o VBS.LoveLetter, o
VBS.Network e o Pretty Park.
14
- É má notícia não haver notícias
Outra forma de se manter a par
daquilo que se passa no mundo dos vírus será subscrever uma
newsletter, de modo a que as últimas notícias apareçam na sua
Inbox ao invés de ter de andar à procura delas. Muitas empresas
têm newletters deste tipo. Poderá encontrar uma em
www.symantec.com/avcenter/sarcnewslwtters.html.
15
- Danos físicos
Não é só via Internet que os vírus
são espalhados. Historicamente, a fonte mais comum era a
disquete. Faça sempre um scan de qualquer medium amovível antes
de executar os ficheiros nele armazenados. Isto inclui disquetes,
CDs, ZIPs, etc. Junte também na lista o CD da PC Guia, embora
talvez fique satisfeito em saber que os nossos CDs são testados
por um laboratório independente antes de serem distribuídos.
16
- Coisas boas da rede
Se gerir uma rede de computadores,
não permita que os outros utilizadores liguem um dispositivo portátil
à rede sem se assegurar que possui instalada a última versão de
um programa antivírus com as definições de vírus mais recentes.
17
- Horrores portáteis
É possível infectar a sua máquina
handheld, como por exemplo, um dispositivo Windows CE. Quando o
sincronizar com o seu sistema de secretária certifique- -se de
que faz um scan a todos os ficheiros antes de fazer a sincronização,
uma vez que a maioria dos handhelds não possui qualquer protecção
contra vírus.
18
- Tenha cuidado
Não descarregue qualquer software
a partir de sites Warez. Para além das implicações legais de
lidar com software pirateado, estes sites são a principal fonte
de cavalos de Tróia, que lhe prometem um programa gratuito para
descarregar, normalmente com um nome conhecido, mas acabam por ser
vírus.
19
- Anexos
Tenha muito cuidado quando abrir
ficheiros anexos de e-mail. Esta é a forma mais comum de infecção
de vírus hoje em dia. Confirme a origem dos anexos do seu e-mail
sempre que possível e pesquise sempre o ficheiro em primeiro
lugar. Os novos vírus aparecem primeiro em e-mails antes de serem
lançados para o seu software antivírus, pelo que não deverá
abrir nada que não tenha a certeza do que é, mesmo que o seu
software não detecte o problema.
20
- Segurança em primeiro lugar
Faça cópias de segurança dos
seus dados e faça-o regularmente. Quantas vezes é que será
preciso dizer isto? Sempre, é claro. Na realidade, é a única
forma segura de encarar a questão se é que os dados no seu
sistema têm valor para si. E a medida não serve apenas para
proteger contra vírus!
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Gíria
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Do
que se trata
Vírus
Um programa de computador que tenta espalhar-se a
partir de um ficheiro para outro num único PC sem o
conhecimento ou a permissão do seu utilizador. Os vírus
espalham-se para outros computadores por
e-mail ou por disquetes.
Worm
Um worm difere de um vírus no seu objectivo
principal, que é o de se espalhar de computador para
computador ao invés de ficheiro para ficheiro.
Inicialmente destinado às redes, os worms tornaram-se
numa ameaça crescente para os utilizadores domésticos
devido à Internet. A maioria dos códigos maliciosos
que classificamos como vírus hoje em dia são, na
realidade, e tecnicamente falando, worms.
Cavalos
de Tróia
Um pedaço de código disfarçado de programa útil.
Estes normalmente não se replicam, mas possuem uma
carga nefasta.
Vírus
de macro
A maioria das aplicações do Office suportam a
utilização de linguagem de macro para ajudar a
aumentar a produtividade automatizando tarefas. Os vírus
podem ser escritos nestas linguagens de macro e causar
infecções naquilo que eram anteriormente tipos de
ficheiros inócuos, tais como documentos de
processador de texto ou de folha de cálculo. Nunca
active macros num ficheiro que tiver recebido via
e-mail ou através da Internet, a menos que esteja
absolutamente seguro da sua fonte e do seu conteúdo.
Heurística
Por oposição à utilização de uma base de dados de
vírus conhecidos, a heurística é um método baseado
em regras de descoberta de vírus que procura código
malicioso. O Command, junto com o melhor dos pacotes
antivírus, combina um método de bases de dados com o
heurístico.
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Podemos mesmo confiar nos
downloads ?
A Microsoft anunciou recentemente
que houve alguém que enganou a VeriSign, a empresa que emite
certificados digitais. Ao que parece, passando-se por empregado da
Microsoft, este indivíduo convenceu a VeriSign a passar-lhe dois
certificados. Isto equivale mais ou menos a alguém deixar roubar
um crachá de um polícia. Ou seja, põe o ladrão numa escala de
confiança, a qual poder ser ou não ser alvo de abuso.
Quando puxamos um programa da Web, o seu certificado digital
garante que ele vem da empresa que detém o programa e as pessoas
costumam confiar. Mas, se uma empresa usar os certificados
roubados, um "pirata cracker" pode enviar-lhe um cavalo
de Tróia, um vírus, ou qualquer outro código perigoso que se
apresenta como um programa oficialmente aprovado pela Microsoft.
A Microsoft já lançou uma actualização de segurança para
resolver o problema. Pode encontrar o link para este programa de
128KB (juntamente com uma secção de FAQs sobre o assunto, mas
apenas em inglês). Vá até
http://www.microsoft.com/technet/security/bulletin/MS01-017.asp.
Para quem tem o Norton AntiVirus, a Symantec assegura que o
ficheiro de actualização com a data de 23 de Março deste ano,
ou mais recente, irá detectar os certificados roubados. Da mesma
forma, os utilizadores do McAfee ficam protegidos pelo ficheiro de
24 de Março.
Um buraco no
Outlook e Outlook
Express.
Um VCard armazena a sua informação
constante numa espécie de cartão pessoal profissional em formato
electrónico. E permite-lhe ainda enviar esta informação para
outros utilizadores como um anexo que se adiciona à sua actua
base de dados de contactos do Outlook e Outlook Express-sem
precisar de escrever o que quer que seja.
Embora seja cómodo, a tecnologia VCard tem um bug que permite que
um "hacker" maldoso possa criar um VCard que possa
"crashar" o seu programa de e-mail ou, pior ainda,
deixar que o atacante tomar conta do seu computador. Neste caso, o
mau da fita pode fazer tudo o que você faz, incluindo uma catastrófica
reformatação do disco rígido. O elemento específico que é
responsável por esta falha faz parte do Outlook Express e é
partilhado pelo Outlook. Dado que o IE instala o Outlook Express
por defeito, a identificação do remendo correcto para o seu PC
depende da versão do IE que está a usar, e não da versão do
Outlook que tem. O ataque tira partido de um erro de "buffer
overflow" para inundar o programa com dados, tal como um copo
já cheio e a torneira a correr... Isto é demais para o Outlook
ou Outlook Express.Dê uma visita ao site www.microsoft.com/technet/
security/bulletin/MS01-012.asp para mais detalhes e para escolher
o remendo (o "patch") certo para si. Para puxar o ´patch´
aponte o browser para www.microsoft.com/windows/ ie/download /critical
/q283908/default.asp.
Patches
Duas "reparações" foram
lançadas (21 Janeiro 1999) para o Office 97 e posteriores.
Potencialmente, terá mais segurança contra a maioria dos virus, bugs
ou quebras. Vai precisar dos dois..
Visite estes sites para
informações sobre os problemas e suas reparações, da Microsoft:
http://www.microsoft.com/security/bulletins/ms99-001.asp
http://www.microsoft.com/security/bulletins/ms99-002.asp
Para informação independente,
leia Woody's Office Watch:
http://www.wopr.com/wow/wowv4n3.html
Em breve mais informações...
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