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Um professor de psicologia japonês teve uma ideia capaz de fazer corar Freud e criou sessões interactivas de psicologia através do telemóvel.
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- Nova falha no Internet Explorer e Outlook
2002-06-11
- eEye descobre vulnerabilidade no plug-in de encriptação em PGP
para o Outlook
2002-06-03
- Vodafone disponibiliza Exchange e Outlook
2002-05-15
- Falhas de segurança nos programas de mensagens instantâneas
2002-04-30
- Falha na edição do WordMail
2002-03-22
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2002-04-08
- Novo worm de correio electrónico
2002-03-14
- Virus usam novas técnicas
2002-03-14
- Novo sistema de protecção contra vírus e hackers
2002-03-01
- Britney Spears com worm na Internet
2002-02-11
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2002-01-29
- "My Party" com link Internet para novo
worm
2001-12-05 - Vírus
Goner considerado o pior desde o Love Bug
2001-11-27 - Badtrans.b substitui
SirCam como primeira ameaça nas caixas de
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2001-03-07
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2001-02-06
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Europeus usam mais o
correio electrónico que os americanos
Geração email
não sabe escrever cartas formais
13 milhões de jovens
norte-americanos utilizam instant messages
Troca de mensagens electrónicas continua a crescer
Má utilização do email pode afastar
emprego
Se tens um endereço de e-mail
engraçadinho ou autopromocional do tipo gatinha@,
reidabrincadeira@ ou elvisnaomorreu@, cuidado, as empresas podem
não responder quando lhes enviares o teu currículo, mesmo que
tenhas o perfil desejado.
Isto porque as hipóteses do
pessoal dos Recursos Humanos ler o teu email é remota - pode ir
directamente para o lixo. Pelo menos é o que diz uma pesquisa
feita pelo Yahoo!Mail com 200 diretocres de recursos humanos de
empresas britânicas.
Este problema aparece, diz,
porque as pessoas costumam enviar currículos de casa, através
dos seus e-mails pessoais. "Quando procuras um emprego, é melhor
manter o endereço electrónico com o teu nome, sem graça e ar de
profissional", aconselha a directora do Yahoo!Mail, Alick
Mighall.
Segundo o TheRegister, que teve
acesso à pesquisa, também não adianta mandares o currículo para
outras empresas pelo e-mail do trabalho: 36% dos entrevistados
disseram que fazer isso, apesar de comum, pode afastar as
chances do profissional ser chamado para uma entrevista de
emprego. Sabes por quê? Porque vão achar que és uma pessoa
imatura, na melhor das hipóteses. E, na pior, que és uma dessas
que abusam do email profissional para mensagens pessoais ou para
outras coisas ilícitas, e que não respeitam as regras das suas
actuais empresas.
Apenas 9% dos directores disseram
que não fariam nada se descobrissem que os seus funcionários
estão a usar o email do próprio trabalho para procurar um novo
emprego. Mas outros 26% afirmaram que passariam a controlar o
email dos seus empregados se desconfiassem que estavam a usá-lo
para enviar currículos.
Nova falha no Internet Explorer e
Outlook
Uma nova falha foi descoberta no final de Junho no Internet
Explorer e nos clientes de e-mail Outlook e Outlook Express, que
permite a utilização de objectos HTML para aceder aos ficheiros
da vítima.
O especialista em segurança dinamarquês, Thor Larholm, da
empresa PivX Solutions, descobriu no passado dia 25 de Junho uma
nova falha de segurança no Internet Explorer e nos clientes de
e-mail Outlook e Outlook Express.Segundo Larholm, a falha pode ser
explorada ao se introduzir um objecto HTML, contendo código
malicioso, numa página Web ou e-mails. Quando executado, o
código permitirá ao hacker aceder aos cookies do computador da
vítima e documentos, além de poder executar programas.Apesar de
ter sido descoberta em Junho, a falha já foi reportada em
diferentes listas de discussão sobre segurança, uma vez que o
próprio Larholm decidiu revelar a informação.Entretanto,
responsáveis da Microsoft não gostaram muito da atitude do
especialista, dizendo que ele não deveria ter revelado
publicamente a informação sobre a falha até que uma correcção
fosse disponibilizada, apesar de Larholm ter avisado a Microsoft
no dia que a descobriu.Além disso, os responsáveis da empresa de
Redmond pensam que o especialista exagerou sobre a falha, alegando
"uma falta de consistência" nos factos apresentados.A
Microsoft afirmou que um patch para correcção da falha estará
disponível brevemente. Entretanto, Larholm recomenda aos
utilizadores que desactivem o ActiveX nas opções de segurança
do Internet Explorer, ou que o corram, assim como o Outlook, em
modo Restrito.
eEye descobre vulnerabilidade no plug-in
de encriptação em PGP para o Outlook
O Pretty Good Privacy (PGP), um dos programas mais populares
para a codificação de emails confidenciais, possui uma falha de
programação que poderá permitir que potenciais atacantes
invadam o computador de um utilizador e, em certos casos,
descodificar as mensagens de correio electrónico.
Descoberta recentemente pela eEye Digital Security, empresa de
segurança norte-americana, a vulnerabilidade de segurança afecta,
mais precisamente, o plug-in que ajuda os utilizadores do programa
de email Microsoft Outlook a encriptar mensagens numa questão de
poucos cliques no rato. O plug-in para o Outlook Express, uma
versão mais básica do Outlook, não é afectado.
A falha permite que um atacante envie um email especialmente
codificado - com aspecto de uma mensagem em branco seguida de um
aviso de erro - e que tome efectivamente controle do computador da
vítima.
O cracker poderá então instalar software-espião para
registar as teclas do teclado premidas pelo utilizador, roubar
registos financeiros ou copiar as chaves de desencriptação da
pessoa para descodificar os seus emails confidenciais. No entanto,
tecnologias de segurança como firewalls poderão dificultar estas
acções.
Considerado o software padrão para a encriptação de emails,
o PGP é bastante empregue por empresas e gabinetes governamentais
de vários países do mundo, incluindo alguns agentes do FBI e de
agências de segurança dos Estados Unidos.
A sua tecnologia de codificação é tão poderosa que até
1999 o governo federal dos EUA tentou restringir a
comercialização do software, com receio de que criminosos,
terroristas e nações estrangeiras o pudessem utilizar.
Dado o facto de o Outlook ser também o programa de email mais
utilizado, abrangendo dezenas de milhões de utilizadores
pertencentes a muitas das maiores empresas e gabinetes
governamentais, o nível de perigosidade é considerado elevado
pela eEye. Por outro lado, alguns desses utilizadores empregam o
plug-in do Outlook para codificar as suas mensagens mais
confidenciais, de modo a que apenas o destinatário as possa ler.
Os investigadores da eEye afirmam que até agora não existem
provas de que alguém atacou com êxito os utilizadores do
software de encriptação recorrendo a esta técnica, até porque,
na sua opinião, a falha de programação não é totalmente
óbvia, mesmo para investigadores experientes que observarem o
código do software,
A Network Associates, que até Fevereiro deste ano distribuía
versões comerciais e gratuitas do PGP, disponibilizou no seu site
da Web um download gratuito de um código de correcção para
solucionar a falha. Esta companhia tinha anunciado anteriormente
que suspendera novas vendas do software, devido ao facto de que
este não estava a ser lucrativo. Contudo, ainda continuam
disponíveis versões gratuitas do PGP na Web.
Vodafone disponibiliza Exchange e
Outlook
A multinacional britânica de comunicações móveis chegou a
acordo com a Microsoft e HP, de forma a disponibilizar nos
telemóveis dos seus clientes os serviços Exchange e
Outlook.
A Vodafone revelou, na quarta-feira, que estabeleceu um acordo
com a Microsoft e HP, que permitirá aos seus clientes acederem
por telemóvel aos serviços Exchange e Outlook.O acesso em tempo
real e a partir de qualquer lugar aos conteúdos do seu servidor
Microsoft Exchange, possibilitará ao utilizador efectuar a
gestão, de forma sincronizada, de funções como o calendário,
tarefas e contactos.Outras funcionalidades incluem a consulta,
redacção e envio de mensagens de e-mail do mesmo modo que é
feito num PC, além de um sistema de avisos por SMS que notificam
a chegada de novo e-mail.O serviço estará disponível para as
redes GSM e GPRS da Vodafone, podendo ser utilizado em roaming
internacional e em diferentes telefones.
Falhas de segurança nos programas de mensagens
instantâneas
Foram detectadas várias falhas de segurança no programa de
mensagens instantâneas da AOL que estão a preocupar os
especialistas de segurança informática.
Matt Conover, hacker e consultor de segurança informática que se
especializou a encontrar falhas de segurança em programas de
mensagens instantâneas, anunciou na semana passada que o programa
da AOL Time Warner continha uma grave falha. Em resultado deste anúncio
a AOL corrigiu de imediato o problema.
«Estes são os problemas que a AOL e os seus rivais conhecem e não
se preocupam com eles», disse Conover.
«Existe pessoas que conhecem estas falhas de segurança e não as
publicam», afirmou Conover na conferência CanSecWest
recentemente realizada em Vancouver e que pesquisa falhas
conjuntamente com o grupo de segurança informática w00w00 e
trabalha ao mesmo tempo para a empresa de segurança informática
Entercept Security Technologies.
O worm Nimda aproveita estas falhas de segurança. No momento em
que o vírus infecta um site, ele consegue activar um JavaScript
por cada página do site. Os visitantes destes sites podem ficar
infectados se os respectivos computadores correrem este script.
Falha na edição do
WordMail
Uma falha encontrada na utilização do Word como editor de
e-mails faz com que este não bloqueie a execução de códigos
maliciosos.
A Microsoft publicou um alerta sobre a falha de segurança do
Word quando este é utilizado como editor padrão de e-mails nos
formatos Rich-Text e HTML, uma vez que o programa não tem
capacidade de bloquear determinados scripts que podem ser enviados
por utilizadores maliciosos.
Os utilizadores do Outlook 2000 e 2002 podem configurar o
programa para utilizar o MS Word como o editor de e-mails em
alternativa ao próprio Outlook, sendo nesta configuração que
pode ocorrer esta vulnerabilidade quando o utilizador encaminha ou
responde a um e-mail.
De acordo com a Microsoft, quando o Outlook apresenta uma
mensagem em HTML utiliza as configurações de segurança do
Internet Explorer que bloqueia os scripts, o que não acontece
quando o Word é utilizado como editor nos encaminhamentos e
respostas de e-mails onde o script não é bloqueado. Deste modo,
um utilizador malicioso poderá explorar esta falha enviando ao
utilizador um e-mail em HTML contendo um script que pode ser
activado nas circunstâncias acima explicadas.
Mas o problema não se coloca a quem utiliza o Word somente
para ler as mensagens, uma vez que a simples visualização do
e-mail não está sujeita a esta vulnerabilidade.
Um patche para correcção da vulnerabilidade foi
disponibilizado pela Microsoft, tanto para o Microsoft Word 2000
como para o Microsoft Word 2002.
Divulgada lista de
falhas do Outlook XP
Um especialista em
privacidade na Internet divulgou uma lista de falhas de segurança
que afectam o programa Outlook 2002 e que deixam "a porta
aberta" para ataques de vírus.
A lista de falhas
detectadas no software da Microsoft abrange questões "críticas"
ao nível da segurança e foi publicada na Internet com o
objectivo de "chamar a atenção para os riscos de
privacidade", segundo revelou o seu autor, Richard Smith.
Entre as falhas
detectadas - e considerada uma das mais críticas - está o IFRAME,
uma tag em HTML que permite correr automaticamente um ficheiro
enviado em anexo a uma mensagem de e-mail. Esta função poderá
ser usada para disseminar os vírus de e-mail, através do
Outlook.
O especialista em
segurança e privacidade aponta ainda outras vulnerabilidades que
envolvem o código HTML nas mensagens de e-mail. A capacidade de
correr JavaScript nas mensagens e a possibilidade de ler e enviar
cookies através do programa são as falhas apontadas na lista.
No entanto, o autor
destaca que a Microsoft tem procurado corrigir algumas das falhas,
sobretudo com o último patch de segurança para versão 2002
deste software usada para gestão de e-mail.
Como exemplo, Richard
Smith cita ainda o bom trabalho feito pela empresa de Redmond em
relação aos chamados vírus de .(macros), particularmente em
relação às correcções de segurança efectuadas no programa
Word 2000, que passou a exigir uma assinatura digital antes de
correr macros.
Novo worm de correio electrónico
O W32/Explorer é um worm com 319488 bytes, comprimido em UPX e
programado em Borland Delphi. Propaga-se por correio electrónico
e através de uma página web localizada no próprio computador
afectado dentro do servidor web que ele cria utilizando a porta
8180.
Envia-se a todos os
contactos do livro de endereços, através de uma mensagem com o
assunto: “.”. Juntamente com a mensagem vem um ficheiro anexo
“psecure20x-cgi-install.versions6.01.bin.hx.com”.
O worm envia mensagens
aos utilizadores ligados ao IRC para conseguir que estes se
conectem ao computador infectado e assim façam download do worm.
As mensagens que o vírus distribui por IRC tentam enganar os
utilizadores fazendo-os crer que se trata de uma página de conteúdo
pornográfico.
Quando a vitima abre
esta página é mostrada a seguinte mensagem no browser de
Internet: “Browser Plugin Required” e o worm cria um ficheiro
com 0 bytes chamado IPHIST.DAT no directório a partir do qual se
executa. Por outro lado, cria também o seguinte ficheiro no
directório de sistema do Windows: EXPLORER.EXE, que é uma cópia
do vírus.
Finalmente, cria uma
entrada no Registo do Windows para se executar a cada arranque do
computador. Depois disto, apaga o caminho a partir do qual se
executou e permanece residente na memória, instalando o seu próprio
servidor Web na porta 8180. Se aceder a este servidor como browser
de Internet, será feito o download do worm.
Vírus usam novas
técnicas
Para se propagarem mais rapidamente, os vírus têm vindo a
explorar as últimas técnicas de Engenharia Social, em alguns
casos fazendo passar-se por pacthes de segurança da Microsoft.
Os primeiros meses de 2002 viram aparecer vírus como W32/Gibe e
W32/Myparty@MM que exploram as técnicas mais engenhosas de modo a
enganar os utilizadores para que estes executem os códigos
maliciosos no seus computadores.O W32/Gibe propaga-se através de
um e-mail, cujo assunto é "Internet Security Update" e
inclui um ficheiro anexo "Q216309.exe". O texto da
mensagem tenta convencer os utilizadores que o anexo é um patche
de segurança da Microsoft, que corrige algumas vulnerabilidades,
o que é totalmente falso.Já o W32/Myparty tem andando a circular
num e-mail com as seguintes características:- Assunto: new photos
from my party!- Texto da mensagem: hello!My party....It was
absolutely amazing!I have attached my web page with new photos!If
you can please make color prints of my photos. Thanks!- Anexo:
inclui um ficheiro chamado www.myparty.yahoo.com.Dois outros
vírus que têm explorado a "engenharia social" para se
propagarem são:O VBS/Chick, que se propaga por e-mail e IRC e
cuja assunto da mensagem é "Britney Pics" e o anexo é
"BRITNEY.CHM". Escusado será dizer que o worm tenta
enganar os utilizadores de modo a que estes pensem que receberam
imagens da famosa cantora.O W32/Valcard, que envia mensagens cujos
textos são relacionados com o Dia dos Namorados. O seu assunto
variável inclui texto como: Secret Admirer, Somebody Loves You e
Love at First Sight. O anexo chama-se "Valentinecard.exe".Ao
contrário de vírus em anos recentes, os que apareceram nestes
primeiros meses não causaram epidemias em massa, o que pode dever-se
ao facto dos utilizadores prestarem mais atenção ao seu e-mail e
às mensagens que recebem, bem como à actualização frequente
dos seus programas antivírus.
Novo sistema de
protecção
contra vírus e hackers
A empresa fabricante de sistemas anti-vírus
Trend Micro apresentou, na CeBIT, um novo produto que visa proteger
os cibernautas de possíveis investidas de hackers ou de
contaminações de vírus.
O Gatelock destina-se, sobretudo, a utilizadores de serviços de
banda larga que, por estarem, regra geral, permanentemente ligados
à net, estão mais sujeitos a este tipo de problemas.De acordo com
a empresa, as vulnerabilidades do sistema operativo Windows, da
Microsoft, fazem com que grande parte dos computadores ligados não
estejam devidamente protegidos contra todo o manancial de problemas
causados por vírus e hackers.Desta forma, este novo dispositivo
servirá de intermediário entre o computador e a ligação de banda
larga. O Gatelock actualizar-se-á regularmente com toda a
informação relativa a vírus que circulem pela net e possíveis
ataques ao seu PC, indicando quaisquer tentativas exteriores de
danificação do seu equipamento informático.O Gatelock será
compatível com Windows, Linux e computadores Apple, estando
prevista a venda directa aos consumidores, sendo que a empresa não
coloca de parte a possibilidade de anexar o serviço à mensalidade
cobrada pelos fornecedores de serviços de banda larga.Ainda não
foram anunciados preços exactos para a comercialização do
Gatelock, embora fontes da Trend Micro revelem que os custos se
situarão entre os 100 a 200 dólares (114 a 228 Euros).
Britney Spears com worm na Internet
Depois de Kournikova e Jennifer Lopez, é a vez
de Britney Spears dar nome a um worm que se está a propagar na
Internet através do e-mail.
Um novo worm conhecido como VBS/Britney-A, está a espalhar-se pela
Internet, tendo como ficheiro anexo uma suposta imagem da cantora
pop Britney Spears.Este worm utiliza Visual Basic Script e propaga-se
pelo Microsoft Outlook e IRC. Inicialmente o worm faz uma cópia do
ficheiro BRITNEY.CHM, que se encontra em anexo, para o directório
Windows para depois enviar uma cópia para todos os e-mail na lista
de endereços do Outlook.Geralmente, o e-mail recebido tem como
assunto "RE: Britney Pics" e traz no corpo da mensagem o
texto "Take a look at these pics ...".Apesar de ser
considerado pouco perigoso e de ter infectado apenas alguns
computadores na Europa, as empresas mantém o alerta, uma vez que o
nome da cantora é bastante apelativo e pode incitar à propagação,
sobrecarregando os servidores e prejudicando o tráfego de
informação na Internet, segundo a empresa anti-vírus Sophos.
Panda alerta para vírus de S.
Valentim
A Panda Software lançou um alerta para uma
série de vírus que poderão atacar em força com a aproximação
do Dia de S. Valentim. O "I Love You",
"Valentine" e "Matcher" são as principais
ameaças.
A empresa de software anti-vírus, Panda Software, lançou um alerta
aos cibernautas para um conjunto de vírus de e-mail, que poderão
ser difundidos em larga escala nas dias próximos de 14 de Fevereiro,
Dia de S. Valentim.
Entre os vírus considerados mais perigosos pela Panda, estão o
célebre "I Love You", ou VBS/Loveletter e o W32/Matcher,
que promete um "par ideal" a quem abrir o attachment.
A lista inclui ainda o VBS/Valentin, um vírus que envia mensagens
para telefones móveis desejando aos utilizadores um feliz dia de
São Valentim e pede-lhes que visitem uma página da Internet.
"Ao fazer isto, o ficheiro LOVEDA-B.HTA é descarregado para o
computador do utilizador. Este ficheiro cria um outro, que contém o
código do vírus, na directoria C:\Windows\System", refere um
comunicado da Panda.
A empresa refere ainda a existência de um hoax que alerta para a
existência de um falso vírus chamado "Be my Valentine",
que supostamente será enviado no dia dos Namorados.
Outros dos conselhos referidos é a necessidade de desactivar a
opção de Pré-Visualização do Microsoft Outlook, "já que
alguns vírus fazem uso desta funcionalidade não sendo necessária
a leitura dos e-mails para dar inicio à infecção".
"My
Party" com link Internet para novo worm
Um novo bug informático que tenta
convencer os utilizadores de PCs a clicarem num suposto link
à Web infectado de vírus, denominado W32/Myparty@mm, surgiu ontem,
segunda-feira, no continente asiático, propagando-se de seguida à
Europa, segundo relatórios de várias empresas de software
antí-vírus e segurança.
O "My Party" propaga-se por correio
electrónico - infiltrando-se no Address Book do Windows ou no
Outlook Express - e chega com a linha de assunto "new photos
from my party!", contendo um ficheiro anexo disfarçado de link
para o site www.myparty.yahoo.com.
Após a sua execução, o ficheiro copia-se
para a directoria C:\recycled, com o nome de REGCTrl.EXE. A partir
daí, através do protocolo SMTP que se encontra por defeito no
Windows, vai enviar-se a todos os contactos da lista de endereços
do Outlook e os que existam nos ficheiro ".DBX".
Tanto
a
Trend
Micro como a
Central
Command classificaram o novo vírus como de médio
risco. As empresas de segurança afirmam que comparativamente aos últimos
worms propagados por correio electrónico - como o Nimda ou o
Sircam -, o número de infecções causadas pelo "My
Party" é até agora moderado.
"Recebemos queixas de relativas ao novo vírus
de 47 países diferentes, número que acabará por aumentar (...)
devido à curiosidade natural das pessoas", afirma Steven
Sundermeier, gestor de produto da Central Command.
Vírus
Goner considerado o pior
desde o Love Bug
Desde ontem que o Goner, um novo e potente vírus
informático, está a espalhar-se por toda a Europa. Considerado
mais perigoso e ainda mais rápido que o Love Bug, está a instalar-se
nos sistemas informáticos através das caixas de correio electrónico
empresarial e pessoal, apagando os ficheiros do sistema e
dificultando o funcionamento das redes, naquela que poderá ser a
maior epidemia desde o Love Letter.
Segundo as afirmações de alguns fabricantes
de software de segurança à
Reuters,
este poderá ser o vírus
mais destrutivo de que há memória. "O Goner é das viroses
mais incrivelmente rápidas e potencialmente perigosas que já
vi", afirmou Mark Sunner, director geral de tecnologia da
MessageLabs,
uma empresa britânica
de segurança de correio electrónico.
O Goner chega em ficheiro anexo disfarçado de
protector de ecrã, e no Assunto pode ler-se Hi e texto a dizer How
are you? When I
saw this screen saver, I immediately thought about you I am in a
harry , I promise you will love it!.
A
partir do momento em que clica no attachment o Goner é
imediatamente reenviado para todos os endereços da lista do
utilizador. Depois tenta fechar os programas qe estão a correr e
apagar alguns ficheiros, incluindo os de segurança. A
Symantec alertou já para o facto de este vírus tentar
instalar uma back door, uma porta de entrada nos equipamentos
que os podem tornar facilmente acessíveis a utilizadores externos.
Isto permitirá que piratas informáticos possam controlar vários
PCs, por vezes milhares, à distância ordenando-os a inundar outros
servidores Web com tráfego, em ataques de DoS (Denial of Service).
De acordo com Ian Hameroff, gestor de soluções
de segurança na
Computer Associates International, este vírus está afectar especialmente os
utilizadores do
Microsoft
Outlook
e Outlook Express. Mas,
os que utilizarem o serviço de mensagens instantâneas ICQ e
Internet Relay Chat (IRC) estão também mais susceptíveis ao Goner
devido à possibilidade de transferência de ficheiros através
dessas plataformas, afirmou Ian Hameroff.
Todavia, segundo a
Internet
Security Systems,
os utilizadores que já
tenham instalado a versão Outlook 2002 correm menos riscos de serem
infectados, visto que esta actualização bloqueia, por definição,
os ficheiros anexos que possam ser potencialmente perigosos e avisa
os utilizadores quando um programa tenta aceder ao seu endereço de
correio.
A
McAfee.com
já classificou o Goner
como estando em fase de explosão, o que é muito raro, segundo
April Goostree, directora de pesquisa de vírus nesta empresa.
"O último surto deste género foi com o Love Letter em Maio de
2000".
Um dos piores aspectos desta virose é a sua
capacidade de desactivar os programas de anti-vírus e firewall,
o que faz com que os utilizadores afectados tenham que reinstalar as
aplicações para impedir novos ataques, alerta Mark Sunner da
MessageLabs.
O fabricante de anti-vírus
Trend
Micro, afirma ter registado infecções em 17 mil estações
de trabalho e 30 mil contas de email empresariais em toda a
Europa, especialmente na França, Alemanha e Reino Unido. Raimond
Genes, vice presidente europeu de vendas da Trend Micro espera que
amanhã de manhã aconteçam algumas infecções na Asia.
A origem do Goner continua incerta, mas tanto
a Trend Micro como a McAfee.com suspeitam que tenha começado na
França. No entanto, Mikko Hypponen, gestor de pesquisa anti-vírus
da empresa finlandesa
F-Secure, salienta que as primeiras infecções foram
detectadas nos Estados Unidos e na África do Sul, pelo que não
existem certezas. Mais, afirma que o facto das vítimas serem
utilizadores do serviço ICQ e Internet Relay Chat poderá indicar
que se trata de um vírus fabricado por um adolescente para atacar
outros jovens, que nem sequer tem um código muito complicado.
Badtrans.b substitui SirCam
como primeira ameaça nas caixas de email
Um novo worm circula, desde há pouco
tempo, pelas caixas de correio Outlook. Conhecido como "Badtrans.b"
entre os fabricantes de aplicações antivírus, este vírus instala
software de vigilância nos computadores infectados, tentando
gravar e transmitir informação pessoal como user names e passwords
para um endereço de email presumivelmente acessível ao
autor do worm.
Em alertas enviados ontem, as empresas de
aplicações antivírus classificaram o Badtrans.b como uma ameaça
moderada a alta. Por exemplo, na avaliação da actividade de vírus
que a
MessageLabs realiza indica-se que o novo worm está a
ser transmitido a um ritmo de cerca de 100 cópias por minuto.
A
McAfee.com,
por sua vez, dá
igualmente conta da existência de uma nova variante do
W32/Badtrans@MM,
o Badtrans.b,
classificando-o como de elevado risco.
A empresa explica que o W32/Badtrans@MM ataca
massivamente as caixas de correio electrónico, instalando um Cavalo
de Tróia de controlo remoto. O worm chega através do
Outlook, o programa de email da Microsoft e tenta enviar-se a
si próprio respondendo a mensagens não lidas.
A McAfee.com afirma ainda que a mensagem pode
conter o texto "Take a look to the attachment" no corpo da
mensagem e terá um ficheiro anexo de 13,312 bytes. O nome deste
ficheiro é criado em três áreas distintas, escolhidas
aleatoriamente de uma lista de nomes de ficheiros, mais dois tipos
diferentes de extensões, podendo resultar num nome como por exemplo
"card.doc.pif" ou "humor.zip.scr".
Já a
Panda
Software
explica que principal
característica deste vírus é o facto de tirar vantagem de uma
falha de segurança encontrada nas versões 5.01 e 5.5 do
Internet
Explorer.
Esta vulnerabilidade
permite que o ficheiro anexo seja executado apenas pela pré-visualização
da mensagem no Outlook.
Assim que o ficheiro anexo é executado, o vírus
copia-se a si próprio para a directoria do Windows. O worm
é igualmente copiado para a directoria do Windows e posteriormente
insere uma entrada no Registry por forma a assegurar a sua execução
cada vez que o computador é ligado.
Vírus "Naked
Wife" destrói Windows
As principais empresas de segurança informática
alertaram ontem para o surgimento de um novo vírus que, tal como
o recente Anna Kournikova que em apenas dia e meio se espalhou a
milhares de computadores em todo o mundo (ver Notícias
Relacionadas), chega por email através de um ficheiro anexo, foi
escrito em Visual Basic Script e utiliza o Outlook, programa de
correio electrónico da
Microsoft,
para se propagar. Quatro companhias de
software anti-vírus relataram à
C|net
que pelo menos 68 organizações viram
computadores seus infectados pelo "Naked Wife".
O vírus é identificado pelos especialistas como um Cavalo de Tróia, uma
vez que se confunde com um ficheiro aparentemente inocente anexado
a mensagens de email enviado por uma pessoa conhecida com o nome
de "NakedWife.exe". O e-mail apresenta-se com o título
de "FW: Naked Wife", contendo a mensagem seguinte no seu
interior: My wife never looked like that :). Best Regards,(nome do
remetente da mensagem enviada através do Outlook).
Se o ficheiro anexo for aberto, surge uma janela
Shockwave
Flash
com o logotipo da empresa de média online
JibJab
e a palavra "loading" (a carregar), como se tivesse
prestes a iniciar um vídeo naquele formato. No entanto, o vírus
aproveita esse período para eliminar todos os ficheiros do directório
/Windows e /Windows/System que possuam extensões DLL, INI, EXE,
BMP e COM, destruindo o sistema operativo do computador hospedeiro.
Algumas empresas de anti-vírus referem-se a este novo cavalo de tróia como
JibJab devido ao texto da janela. John Nugent, vice-presidente de
produção da companhia recusou, porém, confirmar alguma relação
da JibJab com o vírus, informa a notícia do site noticioso.
O vírus é também considerado um worm que utiliza técnicas de
envio em massa de mensagens, pois usa o Microsoft Outlook para
enviar-se a si próprio a todas as caixas de correio da lista de
endereços do programa. Depois de enviar um email, o vírus faz
surgir uma caixa de diálogo intitulada "Flash" e a
mensagem "You're now F***ED! ©2001
by BGK (Bill Gates Killer)."
Patrick Nolan, investigador do
McAfee's
Antivirus Emergency Research Team,
declarou à C|net que os
primeiros relatos de ataques partiram de organizações militares,
acrescentando que três das 18 instituições que até agora
efectuaram queixas de infecções à McAfee eram do exército
americano.
A
Trend
Micro
afirmou que dos seus três primeiros clientes a reportarem o vírus,
um era militar. Esta empresa teve um total de 10 queixas de
organizações americanas do sector empresariais e do exército.
Por sua vez, a
Symantec
registou que 30 organizações afirmaram que os seus computadores
foram afectados. Todas as empresas referidas colocaram actualizações
de definições do vírus nos seus sites.
De acordo com Richard Smith, director técnico da
Privacy
Foundation,
citado por aquele órgão de informação, uma mensagem inserida
no código-fonte do programa menciona a
AGF,
uma companhia de seguros brasileira, e o nome "MHSantos".
Na sua opinião, estas informações podem referir-se à origem e
identidade do autor do "Naked Woman".
JavaScript
permite espiar correio electrónico
A
Privacy
Foundation, organização norte-americana de educação
e investigação sobre privacidade informática, divulgou ontem um
buraco de segurança no correio electrónico, relacionado com uma
característica técnica de um formato cada vez mais comum de
email, o correio electrónico em HTML, que permite que os
utilizadores enviem e recebam mensagens semelhantes a uma página
Web.
Ao inserir três linhas de código em JavaScript - uma linguagem de programação
frequentemente utilizada na Web para criar janelas do tipo pop-up
- numa mensagem de correio electrónico em HTML, o remetente pode
ficar a saber quando é que o e-mail é aberto e aquilo que o
receptor escrever se esse email for reencaminhado com um comentário
para outra pessoa.
Richard Smith, responsável pela divisão de tecnologia desta Fundação,
considera que a falha é um "Web bug" semelhante a certo
tipo de imagens embebidas em sites ou emails que transmitem
secretamente informação a computadores remotos quando as páginas
são visionadas.
Uma vez que os cibernautas costumam responder às mensagens anteriores em
vez de criar uma nova mensagem para cada troca de email este bug
poderia, segundo Smith, ser utilizado para, "obter milhares
de endereços electrónicos" ou "no caso de uma negociação
ou de uma proposta de emprego, saber o que é que os responsáveis
da empresa em questão pensam acerca do assunto".
Porém, para que o mecanismo funcione, é necessário que o remetente
original da mensagem contendo o bug e os receptores
subsequentes utilizem um programa de correio electrónico que
permita mensagens com formato HTML e JavaScript, como o Outlook
e o Outlook
Express
da Microsoft,
ou o Netscape
6 Mail
- as versões iniciais do programa da Netscape
ignoram o formato JavaScript - os utilizadores do Eudora,
do programa de correio electrónico da América Online, e dos serviços de webmail como o
Yahoo!
ou Hotmail
da Microsoft.
Para se proteger do bug, basta remover a opção de JavaScript. E a
Privacy Foundation explica no seu site como o utilizador pode
efectuar esta remoção. No entanto, se reencaminhar a mensagem
com o bug para outras pessoas que não retiraram esta
funcionalidade, o remetente original receberá na mesma uma cópia
dos comentários.
A organização não-lucrativa alertou a Microsoft e a Netscape e recomendou
que deixassem de equipar os seus programas de e-mail com o formato
HTML/JavaScript. Ryan James, porta-voz da Microsoft, afirmou à
Associated
Press
que o Outlook Express 5.5, a nova versão do seu programa vem sem
JavaScript.
Por outro lado, a empresa de Redmond já tinha anteriormente lançado um código
de correcção para este programa, destinado a resolver outra
questão de segurança, mas que também soluciona esta falha. Por
seu lado, Catherine Corr, porta-voz da Netscape, declarou àquela
agência que a empresa está a trabalhar num código de correcção
que "será lançado dentro de poucos dias".
O problema foi detectado por Carl Voth, engenheiro informático do estado
canadiano da Colúmbia Britânica, no final de 1998. De acordo com
a Associated Press, Voth afirmou numa entrevista que tinha
contactado a Microsoft - produtora do programa de correio electrónico
Outlook - nesse mesmo ano, mas que a empresa recusou solucionar a
falha, afirmando que os clientes queriam mais funcionalidades no
email. A seguir colocou uma explicação sobre o sistema de vigilância
no seu site, mas só há um mês decidiu tornar público o
problema ao contactar por correio electrónico a Privacy
Foundation e Richard Smith.
Europeus usam mais o
correio electrónico que os americanos
Os europeus usam muito mais o correio electrónico do que os
norte-americanos, revelam os dados de um novos estudo publicado esta
semana pela
NetValue.
Os franceses lideram o grupo dos que mais usam
o correio electrónico (64 por cento dos que têm acesso à Internet
usam email), seguidos dos britânicos (60,3 por cento) e dos alemães
(53,5 por cento).
Em comparação, nos EUA menos de metade dos
utilizadores ligados à Internet usam correio electrónico. No
entanto, existe um dado do estudo que poderá de certa forma falsear
os resultados: o estudo considera apenas utilizadores que utilizam
sistemas de correio electrónico convencionais, fornecidos pelo
provedor de acesso à Internet, e não sistemas baseados na Web
(como o
Hotmail ou o
Megamail).
Geração email
não sabe escrever cartas formais
O email parece ter substituído os métodos tradicionais de
correspondência no meio empresarial, revela um estudo do fornecedor
de serviços de correio electrónico
MSN
Hotmail, citado pelo portal de informação
MediaGuardian.
Das 2.000 pessoas inquiridas, quase metade
afirmou que costuma enviar notas de agradecimento através da
Internet em vez de utilizar o correio tradicional. Foi também
apontada a "falta de formação" na escrita de emails,
quando os participantes do estudo afirmaram que talvez fosse necessário
produzir um qualquer género de guia que ensinasse a escrever
mensagens de correio electrónico correctamente.
A maior parte dos inquiridos pelo Hotmail
admitiu que não costuma corrigir gramatica ou ortograficamente as
suas mensagens. Um em cada 20 declarou escrever coisas tipo
"Beijinhos" no fim dos emails, mesmos que estes
fossem dirigidos ao seu chefe.
À falta de regras próprias, os entendidos
aconselham os utilizadores do correio electrónico a adoptarem as
regras que presidem à redacção das cartas formais tradicionais.
13 milhões de
jovens norte-americanos utilizam instant messages
Cerca de 17 milhões de jovens norte-americanos utilizam a Internet,
13 milhões dos quais usam sistemas de instant messaging (IM),
de acordo com o mais recente estudo elaborado pelo
Pew
Internet and American Life Project. A principal característica
desta geração é a falta de paciência para esperar enquanto estão
online, o que significa, em termos de perfil, que estes
jovens realizam um conjunto cada vez maior de tarefas na Internet ao
mesmo tempo.
O estudo, intitulado "Teenage Life Online" concluí que
muitos jovens recebem e enviam mensagens de correio electrónico e instant
messages para pessoas diferentes, enquanto vêem televisão,
falam ao telefone ou visitam sites na Internet.
Os investigadores não sabem ainda que efeitos é que este tipo de
comportamentos irá ter, uma vez atingida a idade adulta.
"Seremos capazes de ver se eles são distraídos, trabalhadores
com ou sem concentração, se conseguem acabar uma tarefa ou não",
afirmou o director do Pew Internet and American Life Project, Lee
Rainie, em declarações à
NewsFactor
Network.
Actualmente cerca de 17 milhões de jovens norte-americanos utilizam
a Internet, sendo que quase três quartos têm idades compreendidas
entre os 12 e os 17 anos. Dos 17 milhões de jovens cibernautas
cerca de 13 milhões utilizam serviços de instant messaging.
O relatório conclui ainda que tanto a Internet como os serviços de
IM desempenham um papel muito importante no relacionamento que os
jovens têm com os amigos, a família e a escola.
A utilização de sistemas de IM tem vindo a tornar-se cada vez mais
popular entre os jovens, com 74 por cento dos jovens online a
utilizarem estes serviços. Mas apesar da crescente importância da
Internet nas relações interpessoais dos jovens norte-americanos,
esta tem ainda que vencer a popularidade do telefone. Setenta e um
por cento dos inquiridos continua a afirmar que o telefone é o seu
principal meio de comunicação com os amigos. Dos jovens
cibernautas, cerca de um quinto afirma que as instant messages
são a sua principal forma de comunicação.
As novas formas de comunicação através da Internet têm vindo a
modificar a estrutura da interacção social nas sociedades
modernas. Trinta e sete por cento dos inquiridos afirmaram que
utilizaram os sistemas de IM para escrever algo para um amigo que não
seriam capazes de dizer pessoalmente ou pelo telefone. Ainda de
salientar que 17 por cento dos jovens utilizaram as mensagens para
convidar alguém para sair e 13 por cento terminaram desta forma um
relacionamento.
A Internet é assim vista pelos jovens norte-americanos como uma
forma de melhorar ou incentivar as suas amizades (48 por cento) e um
bom meio para encontrar novos amigos (32 por cento), com a vantagem,
apontada por muitos dos inquiridos, de os deixar "mais à
vontade" e "mais eles próprios" por não terem que
se preocupar com a sua aparência.
O estudo baseou-se na realização de 754 entrevistas telefónicas
realizadas a jovens e 754 aos seus pais, sendo que a percentagens de
rapazes e raparigas é praticamente idêntica.
Troca
de mensagens electrónicas continua a crescer
De acordo com um estudo efectuado pela
Jupiter
Media Metrix a 60 mil pessoas nos Estados Unidos, a troca
mensagens instantâneas tem um número cada vez maior de
utilizadores. Tanto no local trabalho como em casa a importância
deste serviço cresceu consideravelmente durante o último ano, e
apesar da
AOL ter mais assinantes,
a
Microsoft e o
Yahoo!
estão a ganhar mercado rapidamente.
Segundo este relatório o número de utilizadores de mensagens
instantâneas no local de trabalho aumentou 34 por cento, de 10 milhões
em Setembro de 2000 passaram para 13,4 milhões decorrido um ano. A
percentagem de utlizadores em casa aumentou 28 por cento, o que
significa que de 42 milhões de utentes em Setembro de 2000,
passaram para 53,8 milhões em Setembro de 2001.
O tempo a conversar via Net no emprego, através de mensagens
instantâneas, obteve 110 por cento de crescimento, o que representa
4,9 mil milhões de minutos gastos. Em casa aumentou 48 por cento
para 13,6 mil milhões de minutos dispendidos.
Considerando que poucos sistemas são compatíveis, o estudo revela
ainda que a percentagem de indivíduos a utilizar duas, ou mais
marcas, fornecedoras de serviços de mensagens instantâneas também
aumentou de 24 por cento, em Setembro de 2000, para 29 por cento no
mesmo mês de 2001.
Apesar das três maiores empresas fornecedoras deste serviço serem
actualmente a AOL, Microsoft e o Yahoo!, a primeira destaca-se com a
maior quantidade de utilizadores no trabalho, 8,8 milhões, e em
casa com 41,7. Porém, apesar da percentagem de utilizadores
caseiros AOL ter aumentado 21 por cento em relação ao ano passado,
a MSNs cresceu 94 por cento, de 9,6 milhões para 18,5 milhões de
utlizadores no período compreendido entre Setembro de 2000 e 2001.
O serviço Yahoo! conseguiu crescer 25 por cento, passando de 9,5
para 11,9 milhões de utilizadores no período referido previamente.
Em relação ao acesso no local de trabalho a AOL aumentou 17 por
cento, a MSN 88 por cento para 4,8 milhões de utentes, e o Yahoo!
cresceu 83 por cento para 3,4 milhões.
Para já, quem está a ganhar a contenda sobre a interoperabilidade
entre a Microsoft e Yahoo! com a AOL são os utilizadores que
utilizam dois, ou mais serviços ultrapassando assim o problema da
incompatibilidade de tecnologias.
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